Sexta-feira foi tranquila nos aeroportos da Infraero

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A última sexta-feira do ano (30/12) foi de movimentação tranquila nos 66 aeroportos da Rede Infraero. Até às 16h, o índice de atrasos de voos foi 48,95% menor do que a sexta-feira anterior ao reveillon do ano passado (31/12). Das 1980 partidas programadas, 73 saíram mais de 30 minutos após o horário previsto (3,69%).

Em 2010, de um total de 1790 voos, até às 16h do dia 31, 143 sofreram atrasos (7,99%). O número de cancelamentos desta sexta até às 16h também foi menor: 48 (2,42%) contra 206 (11,51%) no mesmo período do ano passado.

Os dados estão dentro do esperado para o período de festas e alta temporada. Para garantir o fluxo nos aeroportos, a Infraero colocou em ação diversas medidas que contribuem para o bom atendimento aos passageiros que embarcam nesta época do ano. Entre elas está o aumento do efetivo das equipes que trabalham na área operacional, de segurança e na manutenção.

Além disso, funcionários se revezam nos terminais com o colete amarelo da campanha “Posso Ajudar/May I help?” com o objetivo de esclarecer dúvidas e orientar os viajantes. Os balcões de informação da Infraero também estão distribuindo o Guia do Passageiro, publicação que traz dicas e informações úteis e ainda os direitos e deveres do passageiro.

Galeão

No Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão-Antonio Carlos Jobim (RJ), diversas medidas foram adotadas pela Infraero para a alta temporada, garantindo a fluidez na movimentação. Na área de inspeção foi instalada mais uma cabine no embarque doméstico do Terminal 2 – totalizando cinco aparelhos de raio-x – o que proporciona melhor fluxo de passageiros. Para quem chega em voos internacionais, a nova disposição da área da Receita Federal permite mais eficiência no gerenciamento das filas e facilita o acesso à alfândega.

Nos saguões do Galeão houve aumento do número de empregados que atuam com os coletes da campanha “Posso Ajudar/ May I Help you?” e nas áreas de limpeza, segurança, operações e manutenção equipes de plantão estão presentes para manter o funcionamento dos terminais. O setor de achados e perdidos, disponível em ambos os terminais, também funciona ininterruptamente.

Além disso, o Galeão conta com o Centro de Gerenciamento Aeroportuário (CGA) que reúne diversos órgãos que atuam no aeroporto, como Polícia Federal e Anvisa, com o objetivo de realizar ações integradas e melhorar o fluxo operacional. Outros 11 aeroportos também possuem CGAs em operação.

De acordo com o superintendente do Galeão, Abibe Ferreira Júnior, a expectativa é de que 1,37 milhão de passageiros passem pelo Galeão em dezembro. “As iniciativas tomadas garantiram um bom atendimento aos passageiros nesse Natal e, para o Ano Novo, continuaremos com a mesma tarefa para que os usuários tenham uma passagem rápida e tranquila em nosso aeroporto”, afirmou.

Fonte:








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Pechinchas nos aviões, às vésperas do ano-novo



Glauber Gonçalves .

RIO - Contrariando a máxima de que para comprar passagens com desconto é preciso planejar a viagem com antecedência, as companhias aéreas estão liquidando bilhetes às vésperas do ano-novo.

Nas compras de última hora há preços baixos não apenas em voos para destinos pouco procurados no dia 31. Para os passageiros que temem passar a virada dentro de um avião, há lugares em voos que partem pela manhã.

Nesta quinta-feira era possível achar passagens de Campinas para o Rio, palco da festa de réveillon mais procurada do País, por R$ 53, sem taxas, na TAM. Para chegar à capital fluminense partindo de Vitória, o valor mais baixo era de R$ 72, pela Azul. De São Paulo para Florianópolis, outro destino de fim do ano, havia passagens por menos de R$ 100.

Um dos valores mais baixos foi encontrado na Webjet: R$ 30 do Rio para Belo Horizonte.

Com preços mais elevados nas últimas semanas, algumas empresas tiveram dificuldades para vender passagens para o fim do ano. Como as vendas não decolaram, as aéreas se viram obrigadas a baixar as tarifas para encher os aviões. Para o consultor Allemander Pereira, as promoções foram uma forma de atrair os consumidores receosos de comprar passagens e passar o réveillon em aeroportos.

Ele afirma que a possibilidade de greve dos aeroviários e dos aeronautas este mês deixou os passageiros mais cautelosos. Além disso, com a previsão de chuvas para esta época do ano, há o risco de alguns aeroportos interromperem temporariamente pousos e decolagens.

No caso do Rio, as promoções também se devem à desistência de consumidores que não encontraram hotel. "O Rio está com capacidade de hotelaria esgotada. Isso limita o fluxo. Já outros destinos não estão encontrando a mesma demanda", avalia o professor Marco Aurélio Cabral, da Universidade Federal Fluminense.

Na Central do Brasil, que reúne estações de trens e de metrô no Rio, o movimento é grande nos quiosques das empresas aéreas. Nos últimos meses, Webjet, Gol e TAM instalaram pontos de vendas no local de olho na nova classe média. Procuradas pela reportagem, as empresas aéreas não responderam, mas vendedores que estavam ontem nos balcões instalados na Central relataram que, com o lançamento das promoções, as vendas subiram rapidamente.

Economia

Os consumidores que buscaram passagens para depois da virada também conseguiram preços baixos. Os servidores públicos Lismária Batista de Andrade e Maurício Braule Pinto, de Brasília, vão passar o réveillon no Rio e depois continuam a viagem por Argentina e Uruguai.

Com o smartphone na mão, Lismária comparava os preços enquanto conversava com a atendente da Gol na Central do Brasil. Apesar de considerar atrativos os preços para a época do ano, ela optou por não fechar negócio com a aérea brasileira e resolveu comprar o trecho final pela uruguaia Pluna. "Vale a pena pesquisar, em razão da diferença de preço entre as companhias, que é grande", conta a servidora, que disse ter conseguido comprar os bilhetes para as oito pessoas da família por R$ 1.000 a menos na empresa estrangeira.

Fonte:

Foto: Mario Ortiz








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São Paulo: Hotéis sem vagas

Celso Ming .

Visitantes sem reservas antecipadas em hotéis de São Paulo não têm onde ficar em dias úteis – alertou esta Coluna várias vezes. Se o setor hoteleiro não se mexer, isso tende a piorar muito durante a Copa do Mundo do Brasil.

Reservas para o período entre 12 de junho e 13 de julho de 2014 já estão sendo realizadas. Serão seis jogos na cidade, incluindo o de abertura e um dos semifinais. E perto de 300 mil turistas passarão por São Paulo – espera a São Paulo Turismo (SPTuris), que cuida de eventos apoiados pela Prefeitura.

Onde essa gente ficará é incógnita à procura de resposta. Nada tira a oferta de novos quartos de hotel em São Paulo do estado de coma. A média de ocupação paulistana saltou de 58,7%, em 2005, para 70,6%, em 2011 – como se vê no gráfico. Nesse ritmo, em 2015 passaria dos 80,0%. Desde que o País foi indicado para sede do Mundial, há cinco anos, não foi erguido um hotel sequer além dos 410 já existentes na cidade. Apesar de pequeno aumento de vagas que possa ocorrer, é improvável que o quadro geral mude em dois anos e meio, até a Copa.

No entanto, o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), que defende interesses do empresariado do setor, garante ter tudo sob controle. Aposta em que a competição, por si só, esvaziará a agenda de turismo de negócios paulistana (congressos, conferências, fechamento de contratos atraem 70% dos 12 milhões que visitam a cidade ano a ano). Assim, argumentam, sobrarão vagas para os torcedores que desembarcarão por aqui.

Mario Albuquerque, diretor da HG Consultoria, não vê sentido nessa lógica. Adverte que, com esses e outros argumentos, a categoria mostra despreparo, não a necessária capacidade de previsão. “Como foi em outras Copas, esta será uma excelente oportunidade para que o empresário brasileiro exiba seus produtos e acerte novos negócios. É um grave equívoco contar com o sumiço dessa clientela hoteleira no período. Ao contrário do que diz o segmento hoteleiro, é alto o risco de que faltem acomodações.”

Caio Carvalho, ex-presidente da SPTuris – deixou o cargo há um mês, após sete anos de gestão –, adverte que os investidores estão excessivamente aferrados a uma visão de curto prazo: “Só querem saber das áreas nobres, onde não há espaço para construir mais nada – quando seria bem mais barato e mais rentável subir hotéis na periferia, que conta com alto potencial de valorização até 2020”.

O novo presidente, Marcelo Rehder, ainda espera que 10 novos hotéis sejam construídos até 2014. Mas a perspectiva de que fiquem concluídos até lá é baixa.

Albuquerque diz que a falta de vagas será inevitável. E aponta como solução um improviso semelhante ao de outras cidades em que ocorrem grandes eventos: trata-se de aportar navios de turismo no litoral, acoplados a transporte ultrarrápido para a capital, para hospedar visitantes. Seria um quebra-galho coincidente com as férias escolares, em geral de tráfego mais intenso entre São Paulo e o litoral paulista. Em todo o caso, quem tiver ideia melhor que a apresente.

COLABOROU GUSTAVO SANTOS FERREIRA

Fonte:








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Fonte: Voyage Prive








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